Alergia ao Sol, saiba o que fazer!!

Alergia ao Sol, saiba o que fazer!

 

O SOL é essencial à vida, trazendo inúmeros benefícios à saúde, tanto físicos como psíquicos. Usufruir do sol e aproveitar o ar livre como acontece na primavera e no verão é uma das melhores formas de desfrutar a vida! Além de ser importante para a síntese da vitamina D e fixação do cálcio no organismo garantindo a saúde óssea, a exposição solar é igualmente essencial para aumentar a produção das hormonas do bem-estar. Acordar com um dia de sol é muito mais animador!

Mas o SOL pode ser fonte de ALERGIAS.

 

Alergias Solares – O que são?

Estas atingem uma faixa cada vez maior da população, na sua maioria jovens adultos (15-35 anos) e, sobretudo, do género feminino. Num país tão soalheiro como o nosso, deve merecer a nossa atenção…

A expressão “alergia ao sol” engloba uma série de manifestações cutâneas desencadeadas pela radiação solar. O nosso sistema imunitário reage aos raios solares e desencadeia uma reação inflamatória que se manifesta de várias formas: vermelhidão, prurido, borbulhas ou pintas, sensação de queimadura, bolhas…

Estas reações anormais da pele, desencadeadas ou agravadas pela luz solar, podem apresentar diferentes características tendo em comum o fato de serem sempre muito incómodas e desconfortáveis. Alguns exemplos:

A Erupção polimorfa solar (EPS): é caracterizada pelo aparecimento de nódulos vermelhos acompanhados de intenso prurido (comichão) que normalmente aparecem após algumas horas ou dias de exposição solar. Ocorre principalmente em quem não se expõe regularmente ao sol, contudo tende a desaparecer quando a pessoa começa a expor-se com maior frequência;

A Urticária solar: surge alguns minutos depois da exposição solar e é caracterizada por pápulas grandes e vermelhas e muita comichão;

A Fotossensibilidade química: pode ocorrer devido à toma de certos medicamentos (antidepressivos, antibióticos, antimaláricos, antiacneicos, etc.) ou da aplicação de certos cosméticos perfumados (ou com determinados ingredientes químicos) e desencadeia-se quando nos expomos ao sol. Pode apresentar diversos sintomas como vermelhidão, inflamação, descamação, bolhas, etc.

 

Existem grupos de risco?

A alergia ao sol pode acontecer a qualquer pessoa, mas alguns comportamentos/situações podem favorecer o seu aparecimento:

– Ter uma pele clara e sensível;

– Ter doenças de pele (eczemas e outras dermatites)

– Tomar medicamentos fotossensibilizantes (antibióticos, antiacneicos, antidiabéticos ..

– Usar cosméticos e perfumes (muitas substâncias químicas podem favorecer o aparecimento de alergias);

– Historial alérgico.

 

A melhor abordagem às alergias solares é a PREVENÇÃO!!!

Se tem tendência a desenvolver alergias ao sol, e como é difícil evitar completamente o sol, é essencial seguir as seguintes recomendações:

– Usar chapéu (se possível de abas largas) e óculos de sol, procure áreas com sombra;

– Privilegiar as exposições temporárias e progressivas, principalmente no início do verão;

Evitar a exposição solar entre as 11 e 16h (altura em que a radiação é mais forte);

– Apostar em protetores solares adequados, (idealmente minerais), hipoalergénicos com índice de proteção elevado e contra a radiação UVA e UVB. Atenção! Não reutilize protetores de épocas anteriores! Renovar frequentemente a aplicação do protetor e na quantidade adequada para proteger a pele exposta.

– Estudos indicam que aumentar a ingestão de alimentos ricos em betacaroteno (cenoura, abóbora, manga ou papaia) confere uma proteção extra (e natural) à pele.

– Usar vestuário com proteção solar.

Tratamento

Embora existam tratamentos para aliviar os sintomas, a alergia ao sol não tem cura!

Nos casos mais ligeiros pode resolver-se em pouco tempo: a aplicação de sprays calmantes, como água termal, e colocar compressas húmidas na zona afetada ajudará a aliviar a comichão e as erupções. Não esquecer um bom hidratante, se possível com propriedades calmantes.

No entanto, se for recorrente e em casos mais graves e deve procurar aconselhamento médico, preferencialmente com um especialista: poderá ser necessário tomar um anti-histamínico oral, aplicar pomadas à base de cortisona, ou outro tipo de medicamentos que o médico adequará à situação.

É muito importante o diagnóstico por um médico:

Existem situações como algumas doenças auto-imunes que podem despoletar sintomas semelhantes com a exposição solar e serem confundidas com alergia ao sol. É necessário identificar estas situações.

No caso do fator responsável ser um medicamento ou um cosmético que provoca a sensibilidade solar, a sua substituição por outro medicamento/ produto resolverá a situação.

Se não for possível a substituição (alguns medicamentos não podem ser substituídos), terá de evitar o mais possível a exposição e usar sempre proteção solar.

 

O nosso conselho:

Se tem alergia ao sol, não desespere mas saiba que terá de aprender a conviver com essa realidade. O ideal é evitar a exposição solar. Saiba que ir à praia não é proibido mas terá de levar o kit completo (protetor solar adequado, chapéu e vestuário, guarda-sol…) e evitar as horas de maior calor. Procurar sempre as áreas de sombra e beber muita água.

E não se esqueça, cada caso é um caso! Siga os conselhos do seu médico.   

 

Produtos AlergoStop que sugerimos:

Alphanova Sun SPF 50+

https://alergostop.pt/product-category/cosmetica/protecao-solar/

Proteção da pele sensível ou alérgica ao sol: fórmulas 100% minerais, sem perfume, que garantem proteção máxima com uma textura que vai adorar! Certificação Ecocert: respeita o ecossistema marinho.